Iniciamos a visita monitorada com a apresentação, pelo monitor Thiago, do projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer e também da escultura da Mão (emocionante). Ele tambem apresentou a praça de protesto com o palanque (que nunca foi utilizado).Depois fomos conhecer o Salão Atos de Tiradentes. Mesmo com toda aquela altura, 14m de pé direito, e da imponência das obras artísiticas, estávamos muito aconchegantes, todos sentados no chão boquiabertos com a explicação do monitor Thiago.
Eu nunca poderia imaginar tanta cultura numa obra de arte... Fiquei imaginando como aqueles artistas Poti e Caribé, tiveram que estudar para fazer os painéis!! E também perguntando porque até hoje insistimos na história "inventada" sobre Tirantes...

A exposição de arte "Descobrindo Guayasamín" me emocionou muito, quanta sensibilidade, quanta percepção nesse pintor para retratar as sensações de medo, angústia, sofrimento...
Já o Pavilhão da Criatividade com a exposição permanente de artesanato da América latina me lembrou muito a palestra da Dra. Esther quando enfatizou o cuidado dos índios em fazer sua Arte e de como faziam o artesanato para vender para o branco "de qualquer jeito" ;-) O BELO É O BEM FEITO.
Mas o que me deixou maravilhada foi a maquete da América Latina e Caribe, fiquei extasiada, poderia ficar o dia todo admirando cada detalhe... Que gigante a Cordilheira dos Andes!!! Só lamento a maquete ficar de modo tão difícil de observar...
Foi uma pena não podermos aproveitar a biblioteca, que já estava fechada. Mas vocês poderiam voltar lá, né?
No final, lembrei que minha irmã tinha me falado que não havia gostado do Memorial por ser "frio", parecido com os museus americanos. Realmente, também achei muito concreto, tudo muito desagregador, longe, espalhado, grande... até nisso lembra a América Latina :-(
Sinto muito pela fome que passamos, foi falha minha de planejamento ...

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